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Diabolique |
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| Criadora: Luciana Giussani. |
| Ano de criação: 1962. |
| Editora: Astorina. |
| No Cinema: Perigo: Diabolique (1967). |
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As tramas são bem elaboradas, e o bandido utiliza uma série de truques para atingir seus fins, como engenhocas eletrônicas e vários tipos de disfarces, uma de suas especialidades. Uma das razões do sucesso do personagem foi fugir da tradição dos quadrinhos da época, colocando o mal como vencedor nas batalhas contra o bem. |
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| Intérprete: John Phillip Law. |
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Perigo: Diabolique, de 1967, é uma comédia deliciosamente incomum dirigida pelo mestre do cinema de segunda classe italiano, um ex-cinematografista que sempre contemplou o público com imagens maravilhosamentes bizarras. Meio paródia de James Bond, meio seriado de Feuillade, esbanja humor, com o herói flertando com sua amada Eva Kant (Marisa Mell) sob uma nevasca de dinheiro ou perseguindo seus objetivos malvados (mas sempre nobres) em roupas de ginástica equipadas com dispositivos de sucção que o transformam numa mosca humana. O ladrão vive suas aventuras sempre fugindo do Inspetor Ginko (Michel Piccoli) Mas ocasionalmente alcança também um nível de fantasia digno de Cocteau, especialmente numa cena em que Diabolique, envolto em plumas banhadas de ouro, é transformado numa estátua viva por seu arqui-inimigo. |
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